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ISSEM Dicas de Saúde A dupla álcool e fumo está por trás da maioria dos casos de câncer da boca, laringe e faringe.
A dupla álcool e fumo está por trás da maioria dos casos de câncer da boca, laringe e faringe. PDF Imprimir E-mail
Dicas de Saúde
Ter, 01 de Agosto de 2017 15:25


Depois do câncer de tireoide, eles são os de maior incidência na região de cabeça e pescoço e podem ser evitados.

Câncer de boca
A maioria das pessoas associa o fumo apenas ao câncer de pulmão, mas ele é causador de uma série de outros e, quando está associado ao consumo de álcool, os riscos de desenvolvimento da doença se multiplicam por até 20 vezes. O primeiro passo para evitar esses tipos de câncer é largar o cigarro e as bebidas alcoólicas.
“Geralmente, quem suspeita de câncer de boca é o dentista, que percebe lesões esbranquiçadas ou avermelhadas na boca que podem ser cancerosas. Infelizmente, o paciente de câncer de boca passa por três a cinco profissionais de saúde antes que alguém suspeite de câncer”, diz o Dr. Thiago Chulam, membro titular do Departamento de Cabeça e Pescoço do A.C.Camargo Cancer Center.
De acordo com o especialista, a maioria dos pacientes são homens na faixa de 50 aos 60 anos e 80% dos casos de câncer de boca são do tipo carcinoma epidermóide - células escamosas achatadas, que normalmente revestem a cavidade bucal e a garganta. Quando essas lesões persistem por mais de 14 dias, é fundamental fazer uma biópsia para determinar se é ou não um câncer. O passo seguinte é o estadiamento, ou seja, saber qual o estágio em que o tumor se encontra e isso pode ser feito por tomografia ou ressonância. “É importante saber não apenas o tipo de câncer, mas sua profundidade. O diagnóstico precoce é fundamental, porque permite cirurgias mais conservadoras, com menores consequências funcionais e sociais, entre elas problemas de deglutição e da fala, que vão exigir reabilitação no pós-cirúrgico.

Câncer de faringe

Tradicionalmente, o câncer de faringe tem como causas principais o cigarro e o álcool, mas de uns tempos para cá o vírus HPV entrou nessa lista, através da transmissão por sexo oral sem proteção. O tabaco aumenta em sete vezes o risco de câncer de faringe e, esse risco dobra quando o fumo é associado ao consumo de bebidas alcoólicas. “Estamos falando uma região atrás da língua e na parte posterior da garganta e, portanto, difícil de visualizar”. Além disso, na fase inicial esse câncer se caracteriza pelo aparecimento de úlceras indolores”, explica o especialista. Por isso, na maioria das vezes, o câncer de faringe costuma ser diagnosticado já em fase de metástases para os gânglios linfáticos do pescoço. Confirmada a doença, o tratamento envolve cirurgia, se possível robótica, que traz menos danos funcionais. Quando a localização não permite a intervenção robótica, as opções são radioterapia para os tumores em estágio inicial, cirurgia extensa, quimioterapia e radioterapia nos casos mais avançados. Nesses casos, será necessária reabilitação, pois tanto a radioterapia quanto a cirurgia afetam a deglutição. Dr. Chulam destaca ainda que os casos de câncer de faringe causados por HPV, mesmo avançados, respondem melhor ao tratamento quando comparados aos provocados por fumo e álcool, que são bem mais agressivos.

Câncer de laringe
O fumo, porém, continua a ser a principal causa do câncer de laringe que, ao menos nos casos em que atinge a glote – a parte mais estreita do órgão, onde estão as cordas vocais --, costuma ter um sintoma claro mesmo nos estágios iniciais, a mudança na voz, que passa a ficar rouca. Quando o câncer atinge a supraglote (região superior da faringe), ele pode causar dor ao engolir e, quando atinge a subglote (região inferior da laringe), falta de ar.
Segundo o Dr. Thiago Chulam, é importante destacar que a área de cabeça e pescoço avançou muito e costuma ter resultados oncológicos muito bons, comparando com as demais áreas da oncologia.

 

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