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ISSEM Dicas de Saúde Hepatite, álcool e obesidade encabeçam a lista de fatores que causam câncer de fígado
Hepatite, álcool e obesidade encabeçam a lista de fatores que causam câncer de fígado PDF Imprimir E-mail
Dicas de Saúde
Ter, 22 de Agosto de 2017 09:16

 

A boa notícia é que vacinas e adoção de hábitos saudáveis podem mudar esse quadro.

O câncer de fígado é o sétimo mais comum no Brasil e, se nada for feito para combater a obesidade e os altos índices de alcoolismo no País, essa posição pode se alterar no futuro. Isso porque a cirrose, qualquer que seja sua origem, é a principal causa do câncer de fígado. A cirrose hepática é o processo pelo qual as células do fígado morrem – em função de infecções virais crônicas, do álcool ou do acúmulo excessivo de gorduras – e são substituídas por um tecido fibroso.

A principal causa do câncer de fígado são as hepatites virais crônicas, como a B e a C. Daí a importância da vacinação contra a hepatite B. Para a C ainda não temos vacina”, explica o Dr. Felipe Coimbra, Diretor do Departamento de Cirurgia Abdominal do A.C.Camargo Cancer Center. “Essas duas hepatites causam uma inflamação crônica que, ao longo do tempo, aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de fígado. O risco é maior ainda se o paciente consumir álcool frequentemente”, alerta.

Na lista de riscos, estão ainda obesidade, diabetes e a esteatose (o acúmulo de gordura no fígado). “De uns anos para cá, essas situações tem sido relacionadas a chamada síndrome metabólica, o que indica pacientes que sofram de pelos menos três das seguintes condições: pressão alta, acúmulo de gordura na região abdominal, taxa de açúcar alta em jejum, níveis altos de triglicérides e baixos índices de HDL, o colesterol bom, que remove o colesterol ruim”, explica o especialista. Os anabolizantes também estão na lista de fatores de risco.

O câncer de fígado é mais comum em homens acima dos 60 anos e costuma dar sintomas em estágios mais avançado. “Alguns dos sintomas podem ser confundidos com os de várias doenças do trato digestivo, como náuseas, vômitos, a sensação de empachamento depois de comer, perda de apetite e de peso’, lista o Dr. Coimbra. Entre os demais sintomas estão o aumento do tamanho do fígado e baço, dores abdominais ou perto do ombro direito, inchaço do abdome, provocado por acúmulo de fluídos, coceira e icterícia, que deixa o branco dos olhos e a pele amarelados.

O diagnóstico é feito por ultrassom, tomografia ou ressonância magnética, biópsia por agulha guiada por ultrassom, laparoscopia ou cirúrgica. “É a biópsia que vai confirmar o diagnóstico, mostrar qual é o tipo de câncer, quando necessária. O conjunto destes exames determina o estágio de disseminação da doença e qual o tratamento que será seguido, além de outras doenças que o paciente possa ter em virtude da idade”, diz o Dr. Coimbra. Normalmente, ele envolve cirurgia e quimioterapia, mas o prognóstico depende muito do estágio do câncer à época do diagnóstico. “É importante ressaltar que praticamente todos os fatores de risco podem ser evitados, com vacinação, dieta adequada, tratamento do alcoolismo, controle do peso e prática de exercícios físicos”, lembra o especialista.

Câncer de pâncreas

O principal fator de risco para o câncer de pâncreas é o fumo, que responde por 20% a 30% dos casos. Logo depois na lista vem a obesidade e o diabetes. De acordo com o Dr. Coimbra é um câncer bastante agressivo e, quando existem sintomas como: perda de apetite e de peso, náuseas, vômitos, icterícia – cor amarelada da pele ou nos olhos, dor no abdome ou nas costas, trombose e aparecimento de diabetes – costuma já estar avançado. “O diagnóstico é feito por ultrassom, tomografia ou ressonância magnética e confirmado por biópsia, geralmente laparoscópica”, explica o especialista. A cirurgia para ressecção do tumor é complexa e, mais recentemente, vem se usando quimioterapia neoadjuvante ou radioterapia antes do procedimento cirúrgico, para facilitar a intervenção. “A combinação de novas drogas é uma nova esperança para o tratamento desse tipo de câncer”.

Sintomas
O câncer de fígado é mais comum em homens acima dos 60 anos e costuma aparecer sintomas em estágios mais avançados. Os mais comuns são: náuseas, vômitos, a sensação de estar estufado depois de comer, perda de apetite e de peso, dores abdominais, coceira e icterícia, que deixa o branco dos olhos e a pele amarelados. Os sintomas do câncer de pâncreas demoram a aparecer e além desses desconfortos abdominais pode causar também trombose e o aparecimento de diabetes.

Exames
O diagnóstico do câncer de fígado, que irá determinar também o tipo de câncer e seu estágio, é feito por ultrassom, tomografia ou ressonância magnética, biópsia por agulha guiada por ultrassom, laparoscopia ou cirúrgica. Vale praticamente o mesmo para o de pâncreas, exceto que a biópsia geralmente é laparoscópica ou cirúrgica.

Tratamento
Normalmente, o tratamento do câncer de fígado envolve cirurgia e quimioterapia, mas o prognóstico depende muito do estágio do câncer à época do diagnóstico. O câncer de pâncreas é bem agressivo e é utilizado quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia, que costuma ser complexa. Os médicos estão testando novas combinações de drogas para o pós-cirúrgico.

Prevenção
Em primeiro lugar tome a vacina contra a hepatite B. Depois, moderar consumo de álcool ou buscar tratamento se o consumo traz problemas no trabalho ou na vida social. E, claro, alimentação saudável, rica em vegetais frescos, pouca fritura e prática de exercícios físicos. No caso do câncer de pâncreas: largue o cigarro e controle seu peso.



 

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